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Propagação e preconceito da cultura geek

Olá leitores do Central HQ’s Tudo bem com vocês?

 Fazia alguns dias que eu estava afastada, mas já estou retomando a rotina de trazer alguns temas recorrentes do universo Geek para vocês.

Escolhi um tema corriqueiro e garanto que muitos irão se identificar.

Durante minhas navegações em assuntos que rolam na internet, em pleno ano de 2017, ainda me deparo com certas posturas que as pessoas deveriam ter deixado de lado lá em mil novecentos e carochinha.

Todo dia, há algum tema sendo debatido na internet e todos têm direito a ter opiniões divergentes. Isso é óbvio por ser uma questão de livre arbítrio, mas o ponto em questão é a falta de respeito uns com os outros. Noto que essa postura desagradável é muito recorrente em comunidades gamer pelo simples motivo chato de rolar machismo, descriminação, bullyng e desrespeito.

É totalmente desagradável ler, ver e conviver com isso todos os dias. Nossa comunidade ainda sofre preconceitos por muitos fatores de pessoas ainda acreditarem que tecnologia é apenas sinônimo de lazer e até mesmo de comodismo. Alguns anos atrás, um leitor de histórias em quadrinhos, um espectador de anime e filmes de ficção e jogadores de vídeo-games e rpg’s eram rotulados à diversos estereótipos ofensivos e isso hoje em dia é o que comanda e até mesmo a mídia.

Em vez de mostrar que esse tipo de atividade formou muitos caráteres dignos de respeito, ainda existe um grande número de pessoas que mesmo compartilhando desses ideais, diminui o próximo, dando razão para algumas reportagens (sim, existem algumas) que falam que cultura nerd é algo fútil e as pessoas que gostam são problemáticas.

As pessoas criticam o desconhecido, isso é bem normal, mas criticar alguém que têm os mesmos interesses em comum, chega a ser desnecessário. Creio que a sociedade desaprendeu princípios básicos de educação, respeito e limites. Se você pensa como eu faça a diferença, porque com a tecnologia que temos hoje, nossa cultura só vai se propagar cada vez mais e temos que vencer o preconceito e o tabu de que nossos gostos e sonhos são coisas fúteis e desnecessárias.